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A importancia do setor na econômia nacional

O Brasil é um país essencialmente rodoviário. Segundo estimativas, 95% das pessoas que utilizam transporte, que não o individual – automóvel – o fazem por meio do ônibus. Esses números são oriundos do direcionamento da política de investimentos dos Poderes Públicos, desde décadas passadas, para a ampliação prioritária da malha rodoviária.

 

Por sua vez, as Empresas de Ônibus, pioneiras no transporte de passageiros, surgiram da premente necessidade de comunicação entre as cidades e, sobretudo, da deficiência da malha ferroviária.

 

O setor de transporte ocupa hoje o quinto lugar no rol das atividades essenciais para o Brasil e é responsável por 3,5% do PIB - Produto Interno Bruto nacional.

 

Das 90 milhões de viagens terrestres realizadas, diariamente, no Brasil, 92% utilizam o ônibus como meio de transporte, cabendo ao Metrô 4% e ao transporte Ferroviário e outros Modais 4%.

 

Os números demonstram que o transporte de passageiros, por ônibus, no Estado de São Paulo, é significativo para o cumprimento da essencial função do Estado de proporcionar transporte público aos seus cidadãos; e, o que é mais interessante em um País escasso de recursos, esse mesmo transporte é prestado sem qualquer subsídio financeiro e, via de regra, com qualidade e total aprovação dos seus usuários, como bem demonstram as mais recentes pesquisas.

 

Os sistemas de linhas do Estado são totalmente regulamentados, o que garante continuidade, fiscalização e controle, inclusive, da obrigatoriedade da concessão de descontos e de gratuidades, bem como do recolhimento de impostos ao Erário, cujo peso na tarifa é estimado em torno de 35%.

 

As linhas operadas, algumas delas há mais de setenta anos, abrangem praticamente todo o Estado de São Paulo, e a quantidade reduzida de Empresas e a divisão do mercado entre essas, por si só, derrubam o mito, por vezes propalado, de que o setor é monopolizado.

 

As mesmas pesquisas que demonstram o aumento da qualidade e aprovação dos sistemas de transportes aferiram também a queda na ordem de 40% da demanda de passageiros nos últimos 5 anos. Tal decréscimo se deve, principalmente, ao incentivo e ao uso do transporte individual e, bem assim, à preocupante invasão e crescimento do transporte clandestino.

 

A importância, pujança e características do setor exigem sejam direcionados mais projetos e programas voltados exclusivamente para o transporte coletivo de passageiros, por ônibus, e à infra-estrutura de alimentação desses sistemas.



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